Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

- Baby Baby...


Olá Baby. Tanto tempo se passou. Nem lembro mais como te via nem como vivíamos, apenas como me enxergava. Eu não entendia Baby. Até cego fui por um bom tempo. Lembro da ingenuidade, da pureza, da luta e da nossa química que hoje é só tua. Foi tudo tão rápido, tão louco e tão recompensador. A dor também trás algo muito valioso: O carinho e a compaixão. Admiro-te e respeito, embora apenas um ‘oi’ disfarçado nos una.

Mas Baby, eu mudei não veres?! Dois anos são quatro na escala do meu tempo! Sempre foi assim. Ah sei, contigo nunca foi. Aprendemos melhor longe um do outro, agora vejo. Mas você... Você és mulher. Minha menina, mas mulher. A mesma debaixo dos lençóis, depois do banho ou ao acordar, mas a vida ensinou-te a viver os dias de outra forma. Eu nunca conseguiria. Não me esnobes como sempre fez, não tenhas medo de viver o que sentes, embora momentâneo ou incerto. O dia passa, e desperdiçar o outro pensando como seria o que passou é um erro e pode doer, sabes bem.

E você Baby, como estás? Ontem eu te vi, e me falou algo sobre os sonhos. Sempre quis que lutasse pelos teus, e até me imaginei sendo ou fazendo parte de um deles um dia. Falhamos, sabes... Sei que acredita no tempo mais do que eu, mas não deixe que ele tome conta. Assuma o controle. Não gosto de te ver abraçada no destino, vivendo na escola da vida e não aprendendo nada. Se ainda vejo o teu desconhecimento das coisas, porque esperaria que tivesse por mim, né? Baby, da vida só levamos o amor, “então plante seu jardim e não espere que alguém lhe traga flores”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário