Embora cansado e tonto, me emociono mesmo assim. Pois a saudade de alguns dias ‘felizes de orelha a orelha’ sempre fará parte do futuro também; quando a lembrar-mos. Mesmo que sempre consciente, a vida novamente me prega peças. E eu, que sempre fui louco, hoje me torno merecedor de um quarto acolchoado e quem sabe até de um moletom ou jaqueta de força. Não reivindico nada além do que mereço. Disfarçadamente o faço a mim mesmo enquanto, por vezes, a vida me testa e atesto que no mundo em que vivemos ainda encontro gente que também vive no meu mundo. Fantástico!
Aprendendo sempre, torno-me. E é isso que me importa.
Aprendendo sempre, torno-me. E é isso que me importa.

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