Por que me abates? Por que me tocas o sentimento? Certa angustia, simples tristeza. Por que?
Vejo ali a ingenuidade, alegria e a despreocupação. Mundo pequeno o és. Vejo o tempo que passa por qualquer motivo, sem pressa. Vejo o comodismo, a chatice, a ansiedade e um pouco de inveja. Também vejo o trabalho, o passeio, os sofás vermelhos e um pouco de sol. Vejo a massa futurística e um representante da atual e cômoda aposentadoria - ou a espera dela.
Donde vens essa tranqüilidade ao observar e escrever? Como um dom que não sai do meu script, me torno ás naquilo que cura meu estresse. E quanto.
Alguém lê. Outro não entende. O resto subentende mas eu vivo, ainda vivo.
De tudo aquilo que não sei, uma pequena parte para quem se prestar a tentar compreender.
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