Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
.

domingo, 9 de outubro de 2011

Um dia para não se esquecer.

Talvez tu ainda sintas a minha falta. Talvez algo sutil, algo distorcido. Talvez até lute para que isso não aconteça ou apareça.
Sei que você vem até aqui pra me ler. Gosta de se ver em minhas palavras, embora não mais as verá por aqui. Mas saiba que eu sempre gostei de te ter aqui também.
Sinto falta do teu pescoço, onde suavemente eu colocava meu rosto e cheirava...bem como um cão, lembra? Sei que tu também gostavas, e talvez sintas falta disso também.
Sabemos que a falta se esvai a modo que ela envelhece. Mas ela nunca foi um fato; sempre uma transição do REENCONTRAR-SE ou do ESQUECER. Em todas às vezes podemos escolher esses dois destinos, onde geralmente são de dificuldades diferentes.

Quem sabe um dia tu te pegues me chamando, como por extinto, e quando eu não te responder, te perguntes: porque eu o chamei?
Talvez as concepções mudem e nossas opiniões também. Talvez tu realmente acorde com sono em um domingo chuvoso , as 10h da manhã, com uma inquietante falta no coração... a minha. Não essa falta que “sentimos” quando vemos a pessoa em uma lista de amigos e falamos da boca pra fora; mas aquela falta que nos faz correr atrás de qualquer meio de comunicação que nossa geração dispõem só pra dizer à outra pessoa a simples e poderosa frase... Sinto tua falta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário