Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
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terça-feira, 23 de março de 2010

ô colorada...


Cara, é incrível o que se passa aqui dentro. Um píer em cada canto me atraca em confusões de sentimentos, um na frente do outro... depois do outro. Que outro?
Daí desarrumo o quarto pra arrumar, troco tudo de lugar. Onde coloco os sapatos? E os violões? Até o quarto fica pequeno nessas horas. Horas essas que parecem dias ou segundos, dependendo da inocência de quem vive. Daí esboço sorrisos meio a punhos rígidos, e escrevo. Escrevo como solução final. Como interpretação final quase entendida. Entender é o primeiro passo. Mas daí vejo o quão sou frágil. Reconheço o tijolo que desmoronaria todo o ‘Castelo de Bran’, e o deixo ali... quieto.
Ontem cai quatro vezes no mesmo m² da sala de casa, e ainda ganhei R$5.00 na loto. Que vai acontecer hj?

Continua escrevendo, vai...

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