Em um dia com nada em especial, tentarei discorrer rapidamente, dentro da minha sutil ignorância, sobre o amor. Este sentimento que move mundos retém rótulos e definições diversas e controversas.
Existem “filósofos” que dizem “que quem discorre sobre o amor, já não ama nem é amado”. Bom, isso não se aplica a mim, já que amo sim, e sou amado. Apenas raios solares e algumas bergamotas me inspiraram a escrever sobre esse sublime sentimento, se posso chamar assim. Então vamos lá.
Poderia começar citando alguns pensadores e amantes da vida humana, como Sócrates, que explicava que “o amor não pode ser belo; pois ama-se sempre aquilo que lhe falta e o amor, que ao belo sempre ama, (quem ama o feio, bonito lhe parece) só pode então ser destituído de beleza.” Já o mais amante ser que pisou neste planeta, Jesus Cristo subterfugiava o amor com a simples frase: “Ama aquele que serve”. Apenas com isso, mudou a vida dos homens sobre a Terra e até hoje é considerado até por especialistas da mente humana como o maior líder da história. Já Freud, o pai da psicanálise, científico e cético até quanto à própria natureza do homem e que tem seus pensamentos e pesquisas como base em muitos cursos acadêmicos, já não acreditava nesse amor judaico-cristão do qual descendemos, mas sim uma outra espécie de amor, que muitos chamam de “amor animal”, citando a necessidade de reprodução e tudo o resto que se abstém ao sexo; assim como a definição pelo Deus Eros, Deus do amor, que preconizava o amor ao ato sexual. ( Ai vem o jargão aquele: Amor, vamos fazer Amor?).
Não sou um pesquisador nem cientista, mas tenho pra mim e como definição deste sentimento, que cada pessoa tem a sua própria definição, e que ela é retida pelo inconsciente desde que nascemos; partindo do amor de mãe, pai e de irmãos, - Isso aproxima-se da ‘teoria’ de Jesus – já que é inexplicável o sentimento de mãe e filho, partindo do elo de adoção e doação criado desde a gestação. Acredito também que o amor a outra pessoa, a um companheiro também deve-se ao amor vivido pelos pais, vendo que é assistido desde a formação do ego de cada criança. Claro que a verdade é de cada um, considerado sim um sentimento abstrato. Alguns amam Freud, outros seguem as palavras de Jesus ou reverenciam alguns poetas, mas de todas essas definições, talvez a que mais nos deixa curioso, que não distingue nem prioriza e que concluiremos como fato, é:
Os opostos se atraem. “Ama-se aquilo que lhe falta “ (Sócrates)

humm...muitíssimo interessante...gostei da pesquisa e colaboro um pouco aqui. na psicanálise esse amor q tu disse sobre ter referencia no amor dos pai é chamado de amor de transferência, conceito de freud q é a base pra terapia psicanalítica.Porém, os cognitivistas já entendem o amor como distorção cognitiva já q qdo a gente ama a gente não consegue ver os defeitos e só as qualidades, ou seja, estamos com problemas de percepção hehe. Já os comportamentalistas dizem q a gente não ama alguém, mas q sim a outra pessoa reforça alguns comportamentos espefícicos em nós...
ResponderExcluireu..amo psicologia..admiro todas essas abordagens e pensadores, mas prefiro pensar q a gente ama..e só sem explicação..e por isso é tão bom!
enfim...adorei o tema..e te amo!