Letras, palavras, nomes. Pobre de mim que permito-me essa vida sentimentalista ao extremo. Gosto do extremo. Gosto das poucas chances e de tudo que me proporcione a possibilidade do medo. O medo não me atrapalha em nada, nada mesmo. Motiva-me. Me emotiva. Me cativa. Eu gosto da viagem das palavras. Descubro-as e invento-as. Gosto dos inúmeros sentidos e profundidades. Gosto da possibilidade de poder ter escolhido o caminho errado, o dia errado, a pessoa errada. Palmas e palmatórias em uma só vida, em um só peito, em uma folha apenas.
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Me espias escancaradamente. Cochicha-me coisas boas com a incerteza no timbre; incerteza da veracidade do papo ou da minha capacidade de ouvir, a final, “não era” pra ouvir. Mas escuto. Escuto com o vento, com os sonhos ou de outra maneira que inconscientemente inventas e por telepatia me ensinas.
Daí esboças aquele sorriso com a boca torta, escondendo os dentes e resmunga. “sou eu” ou “é pra mim”.
E daí?
Eu vou lá e compro um tapete e um quadro novo e deu. Eu vi uma vez isso e pelo jeito funcionou. ( tão bem quanto um telhado de lona. )
Eu que sou louco depois. Nananadianta...

precisa comentar? haha tu é fooda..hehe bjoo
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