Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Dizia ele...


Era belo. Inteligente e inovador. Cantava bem, dançava bem. Encantava. Tinha um sorriso cativante, voz possante e olhos provocantes. Amava como ninguém e se apaixonava.
Tinha um estilo e um amor próprio que as vezes confundia. Sua maestria misturava-se a arrogância de tal maneira que o tornavam, as vezes, insuportável  a alguém sem paciência. Escrevia tudo o que pensava e trabalhava sempre com a realidade. Até nos sonhos era cético. As vezes era subestimado, mas sempre surpreendia. Se o prejudicava ou não, não sei, mas dificilmente errava. Quase esqueci de dizer: desconhecia a modéstia.
Ficaria o dia todo falando dele, mas no fim deste já teria mudado.
Maravilhoso e único para uns, maniático e chato para todos. Único por si só; não porque todos somos, mas porque nunca se ouviu falar de ninguém parecido vivo...

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