E hoje eu vou pra noite. Não importa o que não importa, hoje os conceitos são perfeitamente mutáveis ou burláveis. Como (de comer) qualquer coisa, alguma ligação e a desimportância que eu tanto queria; esperava que se fizesse logo.
Depois vem quarta-feira, e eu preciso já saber o que serei. Acho que saberei. Falarei. Sei que serei e lutarei.
O que meus olhos estão vendo será meu e mais apenas de quem ver também, então precisas correr. Hoje nem faço mais questão que isso aconteça como antes fazia. Surpreenda-me.
Debaixo do chapéu, não só um cabelo ruim em um corte cafona. Há um príncipe que aos poucos o tornam Rei. Tudo o que se necessita e um pouco mais para se transformar em outro, mas ele foge. Foge e mesmo que seja de contra a si mesmo, ou ao passado, o chapéu voa e a silhueta dos cabelos desarrumados ao vento se faz engraçada e curiosa. Alguém se atreverá a perguntar o porquê, mas a maioria silenciará. Ironicamente rirão e subitamente julgarão.
Não mais o Príncipe, tampouco Rei. Talvez um palhaço desmaqueado ou mesmo um louco. “Não importa o quanto você se importa. Há pessoas que simplesmente não se importam...”
-Bela postagem. É a primeira vez que passo por aqui e leio seus escritos e quão grande surpresa
ResponderExcluirao me deparar nessa postagem...com as últimas frases como se fosse um complemente da minha postagem atual.Hehehehe. É um dia a gente aprende tudo isso.
Ótimos textos. Voltarei mais vezes.
Grande abraço (: