Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
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terça-feira, 6 de julho de 2010

Tragédia no espaço social.


E hoje eu vou pra noite. Não importa o que não importa, hoje os conceitos são perfeitamente mutáveis ou burláveis. Como (de comer) qualquer coisa, alguma ligação e a desimportância que eu tanto queria; esperava que se fizesse logo.
Depois vem quarta-feira, e eu preciso já saber o que serei. Acho que saberei. Falarei. Sei que serei e lutarei.
O que meus olhos estão vendo será meu e mais apenas de quem ver também, então precisas correr. Hoje nem faço mais questão que isso aconteça como antes fazia. Surpreenda-me.

Debaixo do chapéu, não só um cabelo ruim em um corte cafona. Há um príncipe que aos poucos o tornam Rei. Tudo o que se necessita e um pouco mais para se transformar em outro, mas ele foge. Foge e mesmo que seja de contra a si mesmo, ou ao passado, o chapéu voa e a silhueta dos cabelos desarrumados ao vento se faz engraçada e curiosa. Alguém se atreverá a perguntar o porquê, mas a maioria silenciará. Ironicamente rirão e subitamente julgarão.
Não mais o Príncipe, tampouco Rei. Talvez um palhaço desmaqueado ou mesmo um louco. “Não importa o quanto você se importa. Há pessoas que simplesmente não se importam...”

Um comentário:

  1. -Bela postagem. É a primeira vez que passo por aqui e leio seus escritos e quão grande surpresa
    ao me deparar nessa postagem...com as últimas frases como se fosse um complemente da minha postagem atual.Hehehehe. É um dia a gente aprende tudo isso.
    Ótimos textos. Voltarei mais vezes.
    Grande abraço (:

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