Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
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sexta-feira, 18 de março de 2011

- O dia continua...



A luta começa ferrenha. Logo cedo desperto em um mundo projetado como 'o caminho'. Caminho este que me leva até onde eu quero. E quero.
Como qualquer coisa e esclareço a mente.
Leio.Os minutos mais úteis do meu dia.
Logo após, luto para transpor uma das 'veias da urbanidade' - e com a pressão alta! A BR-158, às 7:43, é responsável por um fluxo a cerca de 100 automóveis por minuto! Em média, assisto a passagem de 400 a 600 desses carros antes de conseguir uma brecha.
Chego no meu trono. Trabalho. Negocio com o mundo e com meus joelhos cansados da posição.
Mas o dia continua.
As vezes chove, as vezes falta...
Falta muita coisa, sempre. Mas o sempre não me conforta, tampouco a falta me conforma.
Continuo correndo. O dia continua.
De volta ou de ida, o ônibus passa. Antes, o pego. Vou pra casa; volto pra casa, ou pra qualquer lugar - eu vou pro mundo. Toco, corro, compro, transo, como, canto, jogo, evacuo, leio, amo, sonho, esqueço e durmo. A noite eu quase sempre durmo. Aliás, se eu viver até os 90 anos, terei dormido cerca de 30 anos!!

É, eu disse que falta muita coisa, sempre.
Mas o dia continua...

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