Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
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terça-feira, 22 de março de 2011

Trabalhe até morrer!

Trabalho. Gosto do meu trabalho. Não por causa do ar condicionado, nem pelo acesso a internet, nem pela cadeira estofada ou cafezinho quentinho todo o dia, mas porque me desafia.  Eu gosto do que me desafia. 
O homem inventou uma frase absurda e inverídica: O trabalho dignifica o homem.  Diz-me o homem que é digno devido às mijadas, aos desacertos, a rotina, a passar o dia fora de casa,  e a um patrão bipolar?! Gostar é uma coisa, e dignificar é outra.

Daí escuto: “Vou ganha na mega-sena e montar uma mega empresa assim assado...”  Que montar empresa que nada! Vai torrar essa grana, conhecer o mundo, escalar o Everest, comprar uma Ferrari, fazer uma plástica e tomar champagne de 500 dólares! Não te disseram que quando se chega no céu, São Pedro retira todo o dinheiro que juntamos durante a vida toda, e se trabalhamos demais ele ainda nos dá uma mijada?!?

Trabalho é que nem água - necessário para poder sobreviver. Ou é bom acordar as 6:30 da matina, podendo ficar de conchinha com o cônjuge, pra ir enriquecer o patrão?! “Não, vou ter a minha empresa e daí vai ser diferente...” Aaahhh me poupe!  

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