Clóvis de Castro

... como aprendiz, questiono tudo.Até a mim mesmo por vezes. Assim fortaleci minha autoconfiança, meus olhos e meus sentidos...

Um em especial.

O Sexto...

(Clóvis de Castro, ás 14:53 do dia 20 de janeiro de 2010)
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quarta-feira, 31 de março de 2010

... nem de repente, nem de vez.



Eu sei que teu mundo é o mesmo, e que não sumi daí de repente, nem de vez.
Sei que me procuras onde me encontras, mas teu orgulho fala alto e é ele que te cala.
Eu sei que tem horas que ainda sou insubstituível, e que elas não passam... e que o detalhe de saber que estou aqui te conforta. Sim... te embala. Quase te consola mas o travesseiro sabe bem a cara e o sorriso que esboças durante o sono. Ressonas... Sentes medo. Medo de que não seja assim nem assado, e de escutar um bem-feito vindo do próprio peito.
Pode não ser nada. Ou pode. Como sempre nunca sabemos.
Pode um dia chegar, ou coexistir pra sempre.

As pálpebras trêmulas ou o frio no ventre nos dizem algo as vezes.
O tempo ( e só ele ) comprova.

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