Me resumo a papel e caneta novamente, pois assim me conheço. Quase - idéias que quase se tornam metas enchem meus olhos em um brilho crepuscular. É algo maior, e por trás de tudo isso que eu tiro o meu caminho. Eu estou chegando a um ponto que nenhuma gramática ensina. O suplício da vida sim. Assim acontece: A vida tece mais uma tela e me preparo para pintar. Eu gosto do verde, do marrom. Depende da estação. Quem sabe nesta o meu coração pare de empurrar as costelas e entenda que mesmo sem ELAS é capaz de viver bem. Eu sou seus olhos e tu és meu ritmista. No teu compasso vivo e sambo se for preciso. Não peço clemência, não. Sou tua essência e acoberto tua inocência com o preço da minha impaciência se assim for. Bate-bate que eu te escuto, e no maior absurdo luto pela tua liberdade. Não é favor nem caridade. Eu sei que quando bate a tua saudade nenhuma oxigenação te entende.

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